Constato, aliviada, que terminou a excelente série documental do sociólogo António Barreto sobre o que fomos e o que somos. Ou: Portugal ao espelho pela milésima vez. Não vai sendo tempo de abandonar estes exercícios de masoquismo, partir os espelhos e investir a energia que nos resta no que ainda podemos vir a ser? (Esta minha brandura é sinal evidente que preciso de ler Vasco Pulido Valente JÁ!)

A.