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  <title>Comentarios en a arte do perigo</title>
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  <updated>2007-08-13T01:46:24Z</updated>
  <author>
    <name>Paulo C.</name>
  </author>
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    <title>Comentario en O C&#227;o e o Tu</title>
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    <updated>2007-08-13T01:46:24Z</updated>
    <author>
      <name>Nelson</name>
    </author>
    <summary>Tenho de conhecer esse c&#227;o t&#227;o felizardo... :)</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Tenho de conhecer esse c&#227;o t&#227;o felizardo... :)
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
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    <title>Comentario en O C&#227;o e o Tu</title>
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    <updated>2007-07-31T16:00:23Z</updated>
    <author>
      <name>Manel</name>
    </author>
    <summary>Aposto que o teu c&#227;o te agradecia se lhe arranjasses uma namorada:)
Abra&#231;o</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Aposto que o teu c&#227;o te agradecia se lhe arranjasses uma namorada:)&lt;br /&gt;
Abra&#231;o
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
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    <title>Comentario en O C&#227;o e o Tu</title>
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    <updated>2007-07-26T21:47:39Z</updated>
    <author>
      <name>Alberto</name>
    </author>
    <summary>Pois &#233; meu amigo, ainda me consegues espantar com a tua sensibilidade. . . 
Casos destes passariam despercebidos &#224; maioria...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Pois &#233; meu amigo, ainda me consegues espantar com a tua sensibilidade. . .&lt;br /&gt;
Casos destes passariam despercebidos &#224; maioria de todos n&#243;s, mas a tua constante analise criativa, da Vida, traz-nos sempre o lado onde tudo &#233; pass&#237;vel de ser analisado . .&lt;br /&gt;
Um Abra&#231;o
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Comentario en Louca sapi&#234;ncia, 7</title>
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    <updated>2007-04-24T19:10:56Z</updated>
    <author>
      <name>Algu&#233;m</name>
    </author>
    <summary>&#171;O mongol&#243;ide alegra-se
com a viagem de autocarro
a que mais ningu&#233;m acha gra&#231;a
e o atrasado mental diverte-e
com a c...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;&#171;O mongol&#243;ide alegra-se&lt;br /&gt;
com a viagem de autocarro&lt;br /&gt;
a que mais ningu&#233;m acha gra&#231;a&lt;br /&gt;
e o atrasado mental diverte-e&lt;br /&gt;
com a caixa de soutiens vazia&lt;br /&gt;
que traz uma menina na capa&lt;br /&gt;
com um simples soutien branco&lt;br /&gt;
e ar asseado&lt;br /&gt;
duas penas vivas para os outros&lt;br /&gt;
pobres de esp&#237;rito ricos de esp&#237;rito&lt;br /&gt;
lixo biol&#243;gico da luta pela vida&lt;br /&gt;
ganhadores&lt;br /&gt;
alquimistas&#187;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ad&#237;lia Lopes
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
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    <title>Comentario en Louca sapi&#234;ncia, 4</title>
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    <updated>2007-04-07T10:21:31Z</updated>
    <author>
      <name>Algu&#233;m</name>
    </author>
    <summary>Gosto de olhar a arrog&#226;ncia em n&#243;s, que pelo mundo se passeia aos milh&#245;es, com a verdade deste texto: sim, por enquanto, s...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Gosto de olhar a arrog&#226;ncia em n&#243;s, que pelo mundo se passeia aos milh&#245;es, com a verdade deste texto: sim, por enquanto, somos todos frutos de uma queca (efectiva ou simulada).
&lt;/p&gt;
    </content>
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  <entry>
    <title>Comentario en Ba&#250; das K7's, 2: Stranglers, Vargas, et allii</title>
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    <updated>2007-03-27T15:34:32Z</updated>
    <author>
      <name>artedoperigo</name>
    </author>
    <summary>O seu a seu dono. Nuno, acabo de te identificar como autor do v&#237;deo. As nossas desculpas pelo lapso!

PC</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;O seu a seu dono. Nuno, acabo de te identificar como autor do v&#237;deo. As nossas desculpas pelo lapso!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PC
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Comentario en Brincar a s&#233;rio/o meu pai &#233; melhor que o teu</title>
    <link href="http://artedoperigo.lacoctelera.net/post/2007/03/26/brincar-serio-o-meu-pai-e-melhor-o-teu#c1833630" rel="alternate"/>
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    <updated>2007-03-27T00:42:17Z</updated>
    <author>
      <name>nelson</name>
    </author>
    <summary>Excelente, Filipe! Dizes... mas muito melhor... algumas das coisas em que tenho pensado! :)</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Excelente, Filipe! Dizes... mas muito melhor... algumas das coisas em que tenho pensado! :)
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Comentario en Ba&#250; das K7's, 2: Stranglers, Vargas, et allii</title>
    <link href="http://artedoperigo.lacoctelera.net/post/2007/03/01/bau-das-k7-s-2-stranglers-vargas-et-allii#c1833407" rel="alternate"/>
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    <updated>2007-03-26T23:42:53Z</updated>
    <author>
      <name>mcnuno</name>
    </author>
    <summary>... &#233; bom descobrir que algumas vezes as imagens que corto e colo com o som que se me apresenta melhor no momento, t&#234;m usos...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;... &#233; bom descobrir que algumas vezes as imagens que corto e colo com o som que se me apresenta melhor no momento, t&#234;m usos. E este &#233; um dos que mais gosto. Ver como podem ser servidas nos Blogs ...
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Comentario en Louca sapi&#234;ncia, 1</title>
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    <updated>2007-03-25T00:25:21Z</updated>
    <author>
      <name>PC</name>
    </author>
    <summary>Ser&#225; o trabalho (vil) a loucura do nosso tempo? Teremos de chegar a casa esgotados para n&#227;o termos que enfrentar o t&#233;dio? ...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Ser&#225; o trabalho (vil) a loucura do nosso tempo? Teremos de chegar a casa esgotados para n&#227;o termos que enfrentar o t&#233;dio? Uma sociedade l&#250;dica, com menos que fazer, com menos a que almejar, com menos nas m&#227;os e mais terra para os p&#233;s percorrerem - ser&#225; essa a ideia de loucura do homem-funcional?
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
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    <title>Comentario en Auto-retrato</title>
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    <updated>2007-03-19T22:35:47Z</updated>
    <author>
      <name>Jo&#227;o Xavier</name>
    </author>
    <summary>Eu, ent&#227;o, sou bom demais para ser s&#243; um. 
</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Eu, ent&#227;o, sou bom demais para ser s&#243; um. &lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Comentario en Filosofia e Felicidade</title>
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    <updated>2007-03-14T03:17:37Z</updated>
    <author>
      <name>fly</name>
    </author>
    <summary>J&#225; passa da meia noite e encontrou-me em frente ao computador a pensar nas tuas palavras. Imprimes no texto, uma densidade f...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;J&#225; passa da meia noite e encontrou-me em frente ao computador a pensar nas tuas palavras. Imprimes no texto, uma densidade filos&#243;fica, que n&#227;o posso nem pretendo desenvolver.H&#225; muito que o div&#243;rcio entre mim e a Filosofia se estabeleceu e pelo menos essa guerra est&#225; terminada.&lt;br /&gt;
A perspectiva de que a Filosofia implica o exerc&#237;cio de compet&#234;ncias que podem ser &#250;teis para a clarifica&#231;&#227;o do projecto de vida de uma pessoa, &#233; sem d&#250;vida, uma perspectiva acertada, para mais, porque n&#227;o cais no embuste, de a p&#244;r ao servi&#231;o de qualquer arqu&#233;tipo de felicidade.&lt;br /&gt;
Aparte as grandes loucuras da hist&#243;ria humana, nao me parece que a tua cren&#231;a no desejo de felicidade, seja uma ideia desapropriada de sentido, muito pelo contr&#225;rio, descortino coer&#234;ncia relativamente a essa aspira&#231;&#227;o.&lt;br /&gt;
Creio contudo que ao aproximarmos a Filosofia ao conceito de Felicidade, de um certo modo, ca&#237;mos necessariamente numa aporia.&lt;br /&gt;
N&#227;o podemos levar a s&#233;rio a " felicidade" dos ignaros, &#233; por natureza uma felicidade parva, impeditiva de percorrer um caminho para alguma coisa minimamente bela da vida.&lt;br /&gt;
Neste sentido, creio que a viv&#234;ncia de momentos felizes e de uma aproxima&#231;&#227;o &#224; felicidade, s&#243; &#233; poss&#237;vel, por interm&#233;dio do conhecimento e de prefer&#234;ncia, de uma reflex&#227;o sobre o que conhecemos e por isso podemos eventualmente compreender.&lt;br /&gt;
Afectada pelo conhecimento, pela reflex&#227;o, por uma eventual compreens&#227;o, a felicidade humana &#233; sempre inquieta, inc&#243;moda, por vezes importuna, quanto mais n&#227;o seja, por uma quest&#227;o de pudor.&lt;br /&gt;
Por agora termino.&lt;br /&gt;
Um abra&#231;o.&lt;br /&gt;
Fly&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Comentario en A prop&#243;sito do referendo ao aborto</title>
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    <updated>2007-03-08T20:20:10Z</updated>
    <author>
      <name>ricardo vaz trindade</name>
    </author>
    <summary>Sei que j&#225; passou esta hist&#243;ria do aborto, o &#250;ltimo coment&#225;rio vem de 7 de fevereiro. Posto o refernedo fechou-se a gavet...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Sei que j&#225; passou esta hist&#243;ria do aborto, o &#250;ltimo coment&#225;rio vem de 7 de fevereiro. Posto o refernedo fechou-se a gaveta, agora deve-se falar, sei l&#225;, a OPA tamb&#233;m j&#225; foi, ent&#227;o, talvez o Benfica, como &#250;ltimo reduto da conversa portuguesa.&lt;br /&gt;
Agora num registo mais s&#233;rio.&lt;br /&gt;
Foram caminhos diagonais que me trouxeram a este blog e, como a discuss&#227;o sobre o aborto est&#225; longe de ser consensual, embora o parlamento a v&#225; consensualizar num decreto-lei, n&#227;o me parece mal continuar. E continuo porque vi muita gente com argumentos v&#225;lidos, mas um deles continua a parecer-me t&#227;o leg&#237;timo como disparatado, como antes me parecia. Essa ideia de que cada gr&#225;vida faz o que quer com o corpo parece-me ser de f&#225;cil reivindica&#231;&#227;o. Nada contra. Mas ent&#227;o digo eu, queres fazer um aborto? Pois bem, f&#225;-lo. V&#225;. [tempo] Ent&#227;o? [tempo] Est&#225;s &#224; espera de qu&#234;? [mais tempo, a mulher n&#227;o se atira da escada abaixo] Anda, v&#225;.&lt;br /&gt;
Pois, n&#227;o me parece que seja esse a finalidade de quem exige ser dona do seu corpinho. Porque ao fim ao cabo, queremos um m&#233;dico, uma maca, umas enfermeiras simp&#225;ticas, um pre&#231;o acess&#237;vel, higiene!! [ai se n&#227;o est&#225; tudo a brilhar!], queremos seguran&#231;a emocional e seguran&#231;a social, e depois, se a coisa corre para o torto [ainda assim], at&#233; queremos um tribunal que meta o Dr. no xilindr&#243; [&#224;s tantas alegamos que nos matou o menino] e nos d&#234; uma boa maquia para arranjar o desarranjo. Sabe-se l&#225; o que queremos mais. Parece-me ent&#227;o esse argumento da propriedade sobre o corpo uma quest&#227;o demasiado herm&#233;tica, porque o nosso corpo, como a nossa mente tem responsabilidades sobre e na sociedadezinha em que vivemos, em que n&#227;o escolhemos viver, est&#225; certo, mas da qual tamb&#233;m nos vamos aproveitando sempre que calha. Portanto, revogue-se essa argumenta&#231;&#227;o, a meu ver, falsa. Porque se levanta com ela a quest&#227;o da liberdade, que &#233; um assunto bem longo e demorado. E assim, resumindo, fica a ideia de que realmente o aborto &#233; uma quest&#227;o pessoal, sim, mas sobretudo social: o filho daquela mulher toca-nos a TODOS, somos todos um pouco respons&#225;veis por ele, pela sua psique e pelo seu corpo.&lt;br /&gt;
Mas desengane-se quem pensou at&#233; aqui, que eu defendo o N&#227;o. Defendi e defendo o Sim. N&#227;o porque me pare&#231;a bem, parece-me obviamente mal, o aborto. Sim, pela mesma raz&#227;o que ouvi, um dia, algu&#233;m na defesa da liberaliza&#231;&#227;o das drogas leves. Sim, porque a situa&#231;&#227;o actual &#233; m&#225;, pelas raz&#245;es invocadas em todo o lado e aqui tamb&#233;m. E se est&#225; mal tem que mudar. Concerteza que n&#227;o mudar&#225; de mal para bem. Mas decerto que mudar&#225; para melhor.&lt;br /&gt;
Abra&#231;os
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Comentario en Filosofia e Felicidade</title>
    <link href="http://artedoperigo.lacoctelera.net/post/2007/03/07/filosofia-e-felicidade#c1738342" rel="alternate"/>
    <id>http://artedoperigo.lacoctelera.net/post/2007/03/07/filosofia-e-felicidade#c1738342</id>
    <updated>2007-03-08T01:00:00Z</updated>
    <author>
      <name>artedoperigo</name>
    </author>
    <summary>Edite: obrigado pelo coment&#225;rio. A tua reflex&#227;o &#233; muito pertinaz. Ao confrontar-me com ela, apercebo-me que nas entrelinha...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Edite: obrigado pelo coment&#225;rio. A tua reflex&#227;o &#233; muito pertinaz. Ao confrontar-me com ela, apercebo-me que nas entrelinhas do meu texto se dissimulam as grandes coordenadas da trag&#233;dia e da com&#233;dia. A rela&#231;&#227;o que estabeleces entre o conhecimento e a afectividade d&#225; que pensar. Entre elas, do lado da raz&#227;o, assiste-se a um imemorial combate; do lado das paix&#245;es, insinua-se o lado l&#250;dico da vida. Mas, a forma como as relacionas de certa forma as concilia, pois, como sugeres, de nada vale o conhecimento que n&#227;o nos sensibiliza.&lt;br /&gt;
O lado tr&#225;gico est&#225; em que as mais intelig&#237;veis formas de representa&#231;&#227;o do real tendem a conduzir-nos &#224; vis&#227;o abstracta do mal, ao passo que a representa&#231;&#227;o emocional parece fixar-se melhor na mem&#243;ria pela experi&#234;ncia do mal e do sofrimento concretos. Ainda que muitos pensadores forcem uma vis&#227;o optimista da exist&#234;ncia, fazem-no por oposi&#231;&#227;o aos aspectos que tomam por negativos. Em momentos de grande sinceridade, alguns fil&#243;sofos reconheceram que o uso sistem&#225;tico da raz&#227;o nos seca, torna indecisos, paralisa e amargura.&lt;br /&gt;
O lado c&#243;mico est&#225; em que apenas os verdadeiros cr&#237;ticos chegam &#224; cr&#237;tica da raz&#227;o e da sabedoria. A figura do Louco, no t&#233;rmino da s&#233;rie dos arcanos maiores do Tarot, &#233; a este prop&#243;sito muito sugestiva, antes e depois do Mago e imediatamente colado ao Mundo, eternamente caminhando com os olhos postos num algures a que parece imposs&#237;vel chegar.&lt;br /&gt;
Sendo o c&#243;mico t&#227;o essencial &#224; compreens&#227;o de n&#243;s pr&#243;prios, devemos perguntar-nos porque n&#227;o cede finalmente a raz&#227;o ao riso. Penso que a resposta est&#225; em que rir &#233; perigoso e que se esconde um terr&#237;vel idioma na express&#227;o &#8220;morrer de rir&#8221;.  &#201; uma das aberturas para fora de n&#243;s mesmos e &#233; por isso que todas as civiliza&#231;&#245;es o procuram dosear, isto &#233;, conter. (Os programas c&#243;micos da televis&#227;o que j&#225; trazem gargalhadas s&#227;o pat&#233;ticas tentativas de produ&#231;&#227;o de uma liga&#231;&#227;o entre o espectador e a figura do rid&#237;culo, pat&#233;ticas porque &#233; verdade que o riso &#233; um dos mais fortes elos entre pessoas, mas tamb&#233;m porque quando &#233; preciso gravar gargalhadas &#233; porque a comunidade se tornou demasiado s&#233;ria e j&#225; n&#227;o &#233; sens&#237;vel ao rid&#237;culo de si mesma&#8230;)&lt;br /&gt;
Do meu ponto de vista, mas isso n&#227;o aparece em nenhum ponto do texto que comentas, toda a felicidade individual &#233; um complexo que re&#250;ne, sem os superar, os termos contradit&#243;rios desta oposi&#231;&#227;o. Assim, n&#227;o acredito que a Filosofia possa ou deva renegar o papel que o sofrimento ocupa na vida humana ou escamote&#225;-lo com elevadas tentativas de glorifica&#231;&#227;o da perfei&#231;&#227;o do universo. Tampouco se deve permitir a si mesma o comprazimento com a dor e a pena de si mesmo.&lt;br /&gt;
Sozinha, ela apenas serve para atormentar os pensadores. Mas pode contribuir para ampliar a percep&#231;&#227;o (incluindo a emocional, visto que as representa&#231;&#245;es mentais, mesmo as mais abstractas, ao contr&#225;rio do que David Hume escrevia, podem dar origem &#224;s mais diversas qu&#237;micas dos afectos) e conduzir o homem ao lugar situado entre o mundo e o pensamento, conduzi-lo l&#225;, justamente, sem o afastar em demasia nem da clareza cognitiva, nem da tangencialidade da experi&#234;ncia sens&#237;vel dos objectos e, sobretudo, aproximando-o da capacidade de realizar a experi&#234;ncia &#237;ntima de si mesmo e da comunh&#227;o do mundo sem que esta perca o seu sentido profundamente humano.&lt;br /&gt;
Pode ser que a Filosofia chegue a construir-se de tal forma que venha a desempenhar aqui um papel importante, em especial neste tempo em que, como dizes, h&#225; raz&#245;es para temer o pior. Mas isso n&#227;o acontecer&#225; certamente se ela se converter em debitadora de orienta&#231;&#245;es &#233;ticas, e muito menos se se reduzir &#224; an&#225;lise dos problemas da l&#243;gica e do discurso. Ela deve saber que a procura humana da felicidade n&#227;o tem a implac&#225;vel estreiteza da necessidade de crescer, ganhar for&#231;a, ser bem sucedido nos neg&#243;cios ou invenc&#237;vel na guerra, pois, em cada situa&#231;&#227;o concreta, como diria Georges Bataille, se confrontam sempre os impulsos de crescimento com os de despesa sem contrapartida, sem que um dos lados esteja intencionalmente ao servi&#231;o do outro mas com especial benef&#237;cio da despesa.&lt;br /&gt;
Para terminar, deixo-te uma breve passagem de um texto absolutamente extraordin&#225;rio que tive a sorte de reencontrar e reler por estes dias:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Sou (a Loucura), como estais vendo, a verdadeira dispensatriz da felicidade que os latinos denominam Stultitia e os gregos Moria. (&#8230;) N&#227;o dissimulo no rosto o que sinto dentro do peito. Sou sempre id&#234;ntica a mim pr&#243;pria, e n&#227;o posso dissimular como aquelas pessoas que para si reivindicam os t&#237;tulos da m&#225;xima sabedoria, que passeiam como macacos vestidos de p&#250;rpura ou como asnos cobertos com pele de le&#227;o.&lt;br /&gt;
(&#8230;) Para que a vida dos homens n&#227;o fosse inteiramente triste e t&#233;trica, J&#250;piter deu-lhes mais paix&#245;es do que raz&#227;o &#8211; na propor&#231;&#227;o de um gr&#227;o para meia on&#231;a. Al&#233;m disso, relegou a raz&#227;o para um canto estreito da cabe&#231;a, deixando o resto do corpo entregue &#224;s paix&#245;es. &#192; raz&#227;o op&#244;s ainda dois tiranos violent&#237;ssimos: a ira, que tem a sua s&#233; no peito e a concupisc&#234;ncia cujo imp&#233;rio se dilata at&#233; ao baixo-ventre.&#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trata-se, claro do Elogio da Loucura, de Erasmo de Roterd&#227;o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &#250;ltima p&#225;gina, escreve o autor:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Tamb&#233;m eu j&#225; me esqueci de mim, porque ultrapassei os limites. (&#8230;) Lembrai-vos, por&#233;m, daquele prov&#233;rbio grego: &#8220;&#224;s vezes um louco raciocina bem&#8221; (&#8230;). Um velho ditado: &#8220;Odeio o conv&#237;vio de boa mem&#243;ria&#8221;. Agora um novo: &#8220;Odeio o ouvinte que nada esquece.&#8221;&lt;br /&gt;
(&#8230;) Posto isto, adeus. Aplaudi, vivei e bebei, &#243; amigos celeb&#233;rrimos da Loucura!&#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&#233; breve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FM&lt;/p&gt;
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    <title>Comentario en Filosofia e Felicidade</title>
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    <updated>2007-03-07T18:25:28Z</updated>
    <author>
      <name>Edite Q.</name>
    </author>
    <summary>Porque os nossos dias reflectem, tamb&#233;m, uma necessidade de manuten&#231;&#227;o do sentimento de se ser infeliz, que complementa na...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Porque os nossos dias reflectem, tamb&#233;m, uma necessidade de manuten&#231;&#227;o do sentimento de se ser infeliz, que complementa na perfei&#231;&#227;o &#8211; e perpetua &#8211; a l&#243;gica do lucro de que falas. Se nos dias que correm, n&#227;o s&#227;o muitas as raz&#245;es para nos sentirmos felizes, ent&#227;o, se n&#227;o estamos infelizes &#233; porque somos insens&#237;veis. Pior. Se n&#227;o estamos infelizes &#233; porque n&#227;o temos a capacidade de nos questionarmos sobre as desgra&#231;as do mundo, e ent&#227;o, n&#227;o somos minimamente inteligentes. Se n&#227;o sendo infelizes, somos tolos, ent&#227;o, se n&#227;o estamos infelizes, somos perfeitamente desinteressantes. Se n&#227;o estamos infelizes, tamb&#233;m n&#227;o nos podemos queixar, e ent&#227;o n&#227;o somos dignos de aten&#231;&#227;o. Sem os infelizes, algumas das grandes obras de arte que hoje conhecemos jamais teriam sido produzidas. Sem os infelizes, n&#227;o haveria filosofia poss&#237;vel sobre a felicidade. Se n&#227;o estamos infelizes, simplesmente n&#227;o temos motivo para procurar a felicidade. Ser infeliz &#233; um mal necess&#225;rio. Ser infeliz &#233; mais l&#243;gico. Por isso transform&#225;mos uma das quatro emo&#231;&#245;es b&#225;sicas &#8211; a tristeza &#8211; em depress&#227;o e desespero cr&#243;nicos. E por isso, a sociedade sabiamente comercializou a felicidade em pacotes v&#225;rios, iguarias, comprimidos, adere&#231;os, vestimentas, psicoterapias, obviamente nunca num formato demasiado eficaz. Sen&#227;o ningu&#233;m fazia compras. E os psis n&#227;o tinham trabalho... :)
&lt;/p&gt;
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    <title>Comentario en Auto-retrato</title>
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    <updated>2007-03-03T23:52:05Z</updated>
    <author>
      <name>Nelson</name>
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    <summary>J&#225; eu sou t&#227;o bom... t&#227;o inteligente... e t&#227;o bonito que at&#233; me chateio de ser assim, t&#227;o bom! Chego a ter azia por ter...</summary>
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&lt;p&gt;J&#225; eu sou t&#227;o bom... t&#227;o inteligente... e t&#227;o bonito que at&#233; me chateio de ser assim, t&#227;o bom! Chego a ter azia por ter tanta inveja... de mim mesmo... :)
&lt;/p&gt;
    </content>
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    <title>Comentario en Filosofia e Felicidade</title>
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    <updated>2007-03-02T20:10:30Z</updated>
    <author>
      <name>artedoperigo</name>
    </author>
    <summary>Fly: 
Obrigado pelo coment&#225;rio &#224; sec&#231;&#227;o 2 da Introdu&#231;&#227;o do artigo &#8220;Filosofia e Felicidade&#8221;.
A figura do extra-ter...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Fly:&lt;br /&gt;
Obrigado pelo coment&#225;rio &#224; sec&#231;&#227;o 2 da Introdu&#231;&#227;o do artigo &#8220;Filosofia e Felicidade&#8221;.&lt;br /&gt;
A figura do extra-terrestre &#233; um recurso estil&#237;stico obviamente muito limitado para apresentar um ponto de vista que, formulado abstractamente, ganharia outro rigor. Vista de fora, a Hist&#243;ria da nossa exist&#234;ncia tem qualquer coisa de paradoxal, talvez os Gregos lhe chamassem tr&#225;gico. Sejam quais forem as atrocidades que os homens cometem, estou em crer (&#233; uma f&#233;, chamemos-lhe assim), nunca andam muito longe de um desejo de felicidade. &#201; evidente que uso este termo na mais lata das acep&#231;&#245;es, antes de qualquer determina&#231;&#227;o que a venha a situar nos planos est&#233;tico, &#233;tico, pol&#237;tico, religioso ou a tome na esfera individual, interpessoal, social, inter-estadual ou global, e antes, portanto de ser insuflada de conte&#250;do. N&#227;o &#233; meu objectivo, ao longo do artigo (que contar&#225; ainda com muitas mais sec&#231;&#245;es) definir a no&#231;&#227;o de felicidade. Tampouco me atreveria a propor que a Filosofia deva estar ao servi&#231;o de qualquer procura de felicidade. Fico-me pela defesa da perspectiva de que a Filosofia implica o exerc&#237;cio de compet&#234;ncias que podem ser &#250;teis para a clarifica&#231;&#227;o do projecto de vida de cada indiv&#237;duo, oferecendo-lhe, com isso, a possibilidade de reflectir acerca do que poder&#225; significar para si mesmo a felicidade e dos meios de a procurar. A compreens&#227;o de que o &#8220;bicho&#8221; se torna capaz n&#227;o tem aqui qualquer orienta&#231;&#227;o &#233;tica e muito menos moral. Somente cada um de n&#243;s sabe como vive interiormente as suas guerras. &#201; a&#237; que aparece a quest&#227;o da felicidade como urg&#234;ncia (deste ponto de vista, a &#233;tica &#233; j&#225; qualquer coisa de &#8220;exterior&#8221;, &#8220;objectal&#8221;). As &#233;ticas mais severas s&#227;o as primeiras a partir deste ponto essencial de que ela (a sede de felicidade) move cada um de n&#243;s. Em geral, s&#227;o os her&#243;is, os santos e os m&#225;rtires aqueles que mais resistem &#224; vontade de felicidade. Mas, se se realizam nessa resist&#234;ncia, ent&#227;o j&#225; &#233; dif&#237;cil perceber que tipo de resist&#234;ncia &#233; essa. Al&#233;m disso, se acabam por ser tomados como exemplos de vida pelas multid&#245;es, &#233; porque s&#227;o glorificados, o que mostra que aqueles que os imitam desejam pelo menos uma parte de tal gl&#243;ria.&lt;br /&gt;
Um abra&#231;o tamb&#233;m para ti. Aguardo novas interven&#231;&#245;es. S&#227;o elas que enriquecem e d&#227;o sentido ao projecto da Arte do Perigo.&lt;br /&gt;
FM&lt;/p&gt;
    </content>
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    <title>Comentario en Filosofia e Felicidade</title>
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    <updated>2007-03-02T02:02:32Z</updated>
    <author>
      <name>fly</name>
    </author>
    <summary>Filipe, n&#227;o creio que um extra-terrestre com o m&#237;nimo de senso pudesse passar assim tanto tempo a observar o nosso planeta ...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Filipe, n&#227;o creio que um extra-terrestre com o m&#237;nimo de senso pudesse passar assim tanto tempo a observar o nosso planeta sem correr s&#233;rio risco de se entediar. A nossa hist&#243;ria &#233; assim um pouco para o repetitiva, no que concerne &#224; prolifera&#231;&#227;o do terror.&lt;br /&gt;
N&#227;o deixa de ser curioso a tua antropomorfiza&#231;&#227;o da criatura imaginada, um pouco de humanidade no "bicho" e eis que se abrem &#224;s portas &#224; compreens&#227;o.&lt;br /&gt;
N&#227;o interessa aqui a ingenuidade que subjaz toda a quest&#227;o, o importante ser&#225; a tua reflex&#227;o relativamente a essa tend&#234;ncia t&#227;o humana de tudo humanizar...aproveito para esclarecer que n&#227;o fiz o mesmo, logo no in&#237;cio do coment&#225;rio, quando falo de senso, nao falo necessariamente do nosso e relativamente ao t&#233;dio porventura sentido, parte da convic&#231;&#227;o que tal estado n&#227;o &#233; exclusivo &#224; nossa condi&#231;&#227;o.&lt;br /&gt;
Fiquei com curiosidade em saber qual o entendimento que tens relativamente &#224; felicidade, mas a aproxima&#231;&#227;o do conceito &#224; Filosofia, levanta-me as maiores d&#250;vidas, isto claro na sua dimens&#227;o individual.&lt;br /&gt;
Um abra&#231;o Filipe e votos para dias felizes.&lt;br /&gt;
Parab&#233;ns pelo blog!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fly
&lt;/p&gt;
    </content>
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    <title>Comentario en Ba&#250; das K7's, 2: Stranglers, Vargas, et allii</title>
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    <updated>2007-03-02T00:22:28Z</updated>
    <author>
      <name>Nelson</name>
    </author>
    <summary>Eu tamb&#233;m fazia as minhas compila&#231;&#245;es, passava pelos mesmos dilemas.
Ali&#225;s, ainda hoje gravo muitos Cd's com m&#250;sicas mu...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;Eu tamb&#233;m fazia as minhas compila&#231;&#245;es, passava pelos mesmos dilemas.&lt;br /&gt;
Ali&#225;s, ainda hoje gravo muitos Cd's com m&#250;sicas muito variadas. Chamo-lhes as minhas "Misturas finas" :)
&lt;/p&gt;
    </content>
  </entry>
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    <title>Comentario en O primeiro impulso do corpo</title>
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    <updated>2007-02-09T03:52:22Z</updated>
    <author>
      <name>j&#225; agora</name>
    </author>
    <summary>apontamentos (divergindo no percurso)

A pedra n&#227;o &#233; real por ser informe?
A forma &#233; real? O corpo?
N&#227;o &#233; geom&#233;tric...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;apontamentos (divergindo no percurso)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pedra n&#227;o &#233; real por ser informe?&lt;br /&gt;
A forma &#233; real? O corpo?&lt;br /&gt;
N&#227;o &#233; geom&#233;trica?&lt;br /&gt;
Objectivo a atingir?&lt;br /&gt;
O revestimento, a transpar&#234;ncia?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- mera opini&#227;o pessoal:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda a forma &#233; geom&#233;trica e po&#237;igono &#233; de(sta) forma regular.&lt;br /&gt;
O som &#233; real e n&#227;o tem corpo; a mat&#233;ria corpo independente da forma;&lt;br /&gt;
Angustia ou alegria - medida das realidades experimentadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- divaga&#231;&#245;es cansadas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qual o sentido do revestimento?&lt;br /&gt;
(o esqueleto formal enquanto ponto de partida para outras ilus&#245;es)&lt;br /&gt;
Como parte um copo de vidro transparente?&lt;br /&gt;
Restam palavras, sinais, energias :  tomar partido de discursos, identificando(-se com) padr&#245;es de atrac&#231;&#227;o, vibra&#231;&#245;es..sem corpo nem forma ... realidades pessoais ou globais?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A procura no sil&#234;ncio da realidade indica : a mente observa, n&#227;o o corpo, nem sentidos, nem pensamentos, mas ela pr&#243;pria identificando-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;humm... pois....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;voltando ao tema:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;talvez&lt;/p&gt;
    </content>
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    <title>Comentario en O meu c&#227;o n&#227;o vai &#224; escola!</title>
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    <updated>2007-02-09T03:02:15Z</updated>
    <author>
      <name>latido</name>
    </author>
    <summary>tantos c&#227;es nesta rua, tantos donos neste pr&#233;dio: que mundo este de latidos boquiabertos.

das raz&#245;es &#233; l&#225; com eles; p...</summary>
    <content type="html">
&lt;p&gt;tantos c&#227;es nesta rua, tantos donos neste pr&#233;dio: que mundo este de latidos boquiabertos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;das raz&#245;es &#233; l&#225; com eles; por mim vou &#225; festa. E que a ninhada seja grande&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; tapete ou biscoito?&lt;br /&gt;
 rodopia o ser&#227;o a seu gosto&lt;/p&gt;
    </content>
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